
Qual o título deste post?
Bom, este precisa ser lido, porque não faço ideia de como dar uma prévia do conteúdo porque ele demanda a sua percepção para que faça sentido. Demanda uma certa troca para eu mesma entender o que criei.

Eu preciso de uma referência, de suporte, de apoio…
Essa é pra quem curte pensar o aprender. Mistura universitários, autismo, andar de bicicleta…….. não dá pra ver as coisas separadas.

O gosto da garantia
Escrevi quando estava viajando entre Rio-SP, dentro do ônibus de viagem, com sangue nos olhos. Quando estou com fome fico com muita raiva - rosno até. Então, para evitar tal afeto, eu pensei de comprar algum salgado para comer no trajeto da viagem. Porém, escutei algo dizendo em mim “não compre nada“. Eu conhecia essa voz, chamo-a de intuição. Mas, preferi nao ouvi-la, preferi confiar na estatística do meu corpo do que confiar no que ele estava realmente sentindo no momento. Na realidade concreta, nem sempre eu fico raivosa quando com fome; houve momentos (muitos) que o jejum foi importante e até necessário e gostoso - sem rosnados. Mas, preferi confiar nas ideias, na neura, na prevenção descabida…
…taí o resultado: passei mais raiva não confiando nos momentos diferentes que experimentei e escolhi o caminho da neurose e deu nesse poema-crônica, ou crônica poética.

A palavra dá conta?
Não dá, mas ela serve para alguma coisa: nos ajuda a organizar o que está caótico e trazer um pouco de clareza para a caminhada - que acontece enquanto houver vida.

Quanto é a rosa?
Saber identificar o que é mais importante agora… eita ferramenta necessária para a vida.